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Graça que nos alcançou

 "Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens" . (Tito 2:11, ARA)  Não há como renunciar ao fato que do homem mesmo não se pode esperar que seja capaz de operar sua própria salvação. Não fosse o fato de Deus se dar a conhecer ao longo da história humana, estaríamos e continuaríamos - de todo - perdidos e sem esperança alguma.  Com o intuito de dispor de instruções gerais a cerca da experiência cristã, o Apóstolo Paulo escreve ao seu "filho na fé", chamado Tito, discorrendo, entre outros, sobre a salvação de Deus aos homens. Nisso, ele nos oferece diversos subsídios para estudarmos e procurar entender o alcance da graça divina, estendida a todos. A todos, sem exceção.  Por essa oportunidade, temos ocasião de refletir sobre o ato em que o homem entrega sua vida a Deus - desde quando 'recebe a Cristo', em sua vida (João 1:12), o que também é entendido por conversão a Cristo. Observe, 'recebe', visto que não temos chance de salvaç...

A lei do culto

"O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará"  . (Levítico 6:13, ARA) A lei  do culto a Deus, em Levítico, expõe o propósito eterno da relação entre Deus e seu povo. Sim, deve ser como chama perpétua - a arder dia e noite, sob o auxílio do Espírito de Cristo, também em cada coração (conf. Romanos 8:1-39). O Apóstolo Paulo assim define e desafia o culto cristão, nas seguintes palavras: "Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional" (Romanos 12:1). Logo, como dito, o culto está em nossos corações - por isso é um ato constante e contínuo da experiência cristã. Mantenhamos esse culto vivo e pleno por todos os dias das nossas vidas. Nesses termos, a consciência do culto a Deus expressa o ápice da condição humana que se volta para seu criador, de forma íntegra e  intencional (Romanos 12:1). Como entendido em outro momento, o culto fora instituí...

Fé e compromisso

"Irmãos, cada um permaneça diante de Deus naquilo em que foi chamado". (1 Coríntios 7:24, ARA) Todos têm um mandato, sob diferentes níveis de responsabilidades. Isso é parte fundamental do que podemos chamar de vocação cristã, ou como continuidade ao entendimento desse paradigma. Viver implica em constantes desafios que, via de regra, são compromissos que assumimos ou que as circunstâncias nos impõem ao longo da nossa existência. A questão essencial é: como lidamos com compromissos assumidos ou que as circunstâncias nos apresentam ao longo da jornada terrena? De acordo com o que nos escreve o Aposto Paulo em sua carta aos de Corinto, o cristão permanece honrando compromissos já assumidos, que também agora por fé e obediência a Deus, continua a cumpri-los. Por semelhante modo, todos os seus compromissos a partir daí serão mediados pela fé genuína recebida em seu coração. Em sua carta Aos Coríntios, o Apóstolo propõe uma distinção entre o que constitui mandamento divino e o qu...