Mordomia em amor
Sobre Mordomia em amor
"E ainda que eu distribua todos os meus bens entre os pobres e ainda que entregue meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará". (1 Coríntios 13:3, ARA)
Mordomia, amor e os dons da Igreja, se entrelaçam no exercício da liberdade cristã.
Sobre Mordomia, nas Escrituras, se refere ao princípio de liberalidade, isto é, da dispensação dos dons e recursos a serviço da fé e do bem de outro(s). Nota-se, já de antemão, que esse conceito é amplo, significativamente sensível para a cristandade.
Podemos estabelecer aqui essa diferenciação, em que, para o entendimento de senso comum, mordomia pode ser entendido(a) como esbanjamento e ostentação - por vezes, com custos transferidos a terceiros que pagam a conta. Logo, isso diverge completamente dos pressupostos cristãos.
Façamos um destaque: tenhamos atenção ao auxiliar pessoas que não pediram ajuda. Observemos que, quem não reconhece ou não externa sua necessidade, não raramente, assim o faz por vaidade/orgulho ou por incredulidade. A questão não é sobre gratidão/ingratidão pós auxílio, mas sim sobre incredulidade, ou sobre desprezo ao que é sagrado! O AUXÍLIO EM AMOR É SAGRADO!
Sobre a mordomia, nos termos das Escrituras, observemos as expressões "Que queres que eu te faça?" em Jesus (Lucas 18:41a); ou "Não possuo nem prata nem ouro" em Pedro (Atos 3:6b) e expressões semelhantes - para considerar que 'Mordomia' se trata de estender a mão a quem precisa.
Devemos auxiliar com especial prontidão a quem pede auxílio. Se alguém não pode pedir que outro o faça em seu lugar, para que possa resultar em estímulo à fé e exaltação a Cristo. Lembremos: o maior de todos os dons é o amor, e esse amor de que se fala é prioritariamente exercido com propósito, intencionalidade, mas jamais sego. O amor tem consciência das coisas e dos fatos, por isso se diz "[...] tudo suporta" - (1Co 13:7b).
Portanto, pratiquemos a liberalidade, generosidade, fazendo boa administração (Mordomia) dos dons e bens recebidos das mãos divinas, tanto quanto nos foi dado! Entretanto, jamais nos esquecendo do princípio norteador - o amor.
"[...] se não tiver amor, nada disso me aproveitará ". (1Co 13:3b)
Um abraço a todos!