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Pensando a Contemporaneidade

  “Pois também Cristo nosso Cordeiro pascal foi imolado [ e ressuscitado] ” – ARA, 1 Cor 5.7   (grifo nosso) Nossa postagem anterior resume, em essência, o ‘espírito’ deste Blog quando foi criado, a mais de dez anos atrás – espírito, no sentido jurídico da letra. O pensamento fundamental sempre foi refletir, fazer pensar e viver em paz, com Deus, através de Cristo e seguir, pela Fé. Após transcorrido expressivo tempo se percebe a necessidade de permanecer atendo ao que ocorre em nosso mundo, em nosso cotidiano, afim de que não sejamos iludidos por uma série de proposições que desafiam o nosso senso de discernimento. Quero, primeiramente, reafirmar que a Páscoa ou ‘Pessach’, teve significado diferente para hebreus e para egípcios, a seu tempo, e que tal permanece sendo nosso desafio em compreender os diversos contextos do mundo contemporâneo – como por exemplo, as divergências atuais em torno das opções por um mundo Unipolar ou Multipolar – que sociedade teremos após todo...

OS QUE PLANEJAM SÃO OS QUE CRÊEM

Antecipação dos fatos e sofrimento por antecipação, são conceitos que não possuem similaridade natural, embora um possa representar o outro em dado momento. Entretanto, queremos nos ater ao fato da necessidade de planejamento, da necessidade de haver um plano. Mas para que um plano? Temos diversos motivos, mas vamos citar exemplos prioritários: para interromper o ócio e a preguiça, além de melhorar a conjugação de esforços e evitar desperdício. Quando planejamos, temos a oportunidade de avaliação prévia dos resultados que pretendemos alcançar em tempo de corrigir distorções. Mas porque estou dizendo isto aqui? Pelo fato de que muitas vezes não sabemos orar como convém por também não saber o que desejamos ou necessitamos fazer de fato. Culpamos Deus e o auxílio do Espírito, sequer percebemos. Não temos tempo para adorar e agradecer, porque o divino prefigura apenas como “utilitarismo caprichoso”.  PS.: todo escritor honesto escreve para si, de modo que escrevo para eu mesmo. Por out...

...E O MENINO SE FEZ HOMEM!

Por invariáveis vezes, neste período do ano, propício para celebrações natalinas, de final de ano, confraternizações entre empregados e empregadores, confraternizações de formaturas e tantas outras, fica até difícil pensar no real sentido do natal, em meio a expressiva demanda. Por isso tentaremos um passo à frente para sair dessa zona escura ou de obscurantismo, que tenta-nos reduzir o que seria o principal evento (em que pese contrapontos) universal para este tempo.  Não é pertinente discutir datas ou tentar elucidar os eventos cronológicos que cercam o que consideramos o nascimento do Cristo Salvador. Mas pode ser relevante pensar seu sentido para nós, na atualidade, em que até mesmo celebrações estão sob restrições. Nada melhor que deixar as representações periféricas para tentar absorver a riqueza da glória e da graça que emana do nascimento do Mestre Jesus. Pensar em como deveriam ser doces suas palavras (mesmo as mais duras!), pensar em como Ele impactou tantas pessoas e...